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À porta do hotel, 1h40m depois... II Parte



Parámos o carro à beira mar, caminhámos sobre a areia e a conversa começou entretanto...

- Mas diz lá o que correu mal.
- Carlos não quero falar dos motivos, pelo menos para já. Tudo na vida tem um fim, e o nosso fim chegou.
- Mas quem terminou a relação?
- Se queres que te diga, acho que ninguém. Aliás não podemos terminar algo que no fundo nunca começámos.
Reparei que o Carlos naquele momento ficara confuso. Senti-me dividida entre o certo e o incerto. Por momentos apeteceu-me fugir para muito longe, entrar naquele mar imenso e não mais regressar à terra. Arrastava comigo uma intensa paixão, alimentada por encontros fugazes mas perfeitos! Senti saudades do Rui, do seu sorriso, da nossa cumplicidade, do seu amor...
- Inês estás a chorar porquê? Não queres falar? Ok, eu respeito, mas fazes-me sentir inútil!
Foi então que com toda a calma lhe confessei tudo... ou quase tudo. Lembro-me que com o fluir da conversa a bebedeira foi dando lugar a uma lucidez profunda. Falei, falei sem parar e por fim senti-me mais solta e aliviada!
Recebi o abraço forte, apertado e quente do Carlos. Já tinha saudades de algo assim. Confesso que me soube bem sentir o seu corpo junto ao meu. Estava tão carente!
- Gosto quando me fazes sentir assim.
- Assim como Carlos?
- Não sei explicar, é bom estar contigo depois de tanto tempo. Tenho vontade de te ter, de te beijar, de te dar prazer. Mas não sei se ainda me desejas como antes me desejavas...
- Carlos não te posso negar que foste o melhor homem que tive na cama! E não te estou a mentir, és um verdadeiro monstro sexual...
- E tu a mulher que mais me completa na cama.
- Vá deixa-te de coisas, já tiveste mulheres bem melhores que eu!
- Inês porque achas que mesmo sabendo que tinhas namorado, nunca desisti de ti? Sei que entre nós há um pacto, de nunca nos apaixonarmos um pelo outro, mas não te posso negar que sempre que me sentia excitado eras tu quem procurava. Completas-me de uma forma ímpar!
Carlos tocou-me com a sinceridade que vi nos olhos molhados, realmente devo confessar que aquele segurança por demais assediado por mulheres bem ousadas e monumentais, era sempre comigo que acabava as suas noites.
- Ao longo destes anos que nos conhecemos e que trabalhamos juntos, e já não são assim tão poucos, porque achas que sempre te escolhi a ti? Achas que não sinto ciúmes sempre que vejo os gajos a atirarem-se a ti?
- Carlos, mais que ninguém sabes que quem trabalha na noite está sujeito a essas coisas. Nunca me viste a dar o número de telemóvel a ninguém ou a sair com algum deles depois do trabalho certo?
Sabes perfeitamente com quem terminava as minhas noites, apesar de cansada...
De facto Carlos para mim já não era uma novidade, já nos conhecemos há mais de dez anos, já antes tínhamos trabalhado numa outra discoteca e quis o destino que de há dois anos a esta parte nos cruzássemos novamente como colegas de trabalho.
Sempre gostei da forma como Carlos me olhava, como ele era capaz de inebriar todos os meus sentidos e como aquele homem escultural e incrivelmente bonito me deixava molhada em pleno horário laboral.
- Inês deixa-me beijar-te. Toca-me, estou completamente duro. Agora que estás de novo sozinha não posso deixar de manifestar o quanto te desejo. Deixas-me completamente louco da cabeça, tenho saudades de te tocar, de te penetrar bem fundo como sei que gostas, de te lamber e fazer-te vir toda na minha boca...
Fechei os olhos naquele instante, despedi-me do Rui mentalmente e pedi-lhe, mesmo assim, perdão por entregar-me a outro homem. Sabia que precisava de enterrar o passado de uma vez por todas e foi então que de repente abri os olhos, aproximei-me do Carlos, meti as mãos dentro das suas calças e tirei o seu sexo enorme para fora.
Estremeci quando os seus braços fortes me levantaram em peso. Chupou-me os mamilos rijos, levantou a minha saia, deitou-me na areia, arrancou a minha tanga e lambeu-me mesmo ali.
Olhei o céu, sentia-me completamente molhada e excitada, apertei a areia no centro das minhas mãos e soltei um gemido.
Implorei-lhe que me desse o seu sexo, queria-o na minha boca, mergulhado na minha garganta... Hummmm, foi o melhor 69 da minha vida!
Despimo-nos com toda a voracidade e não aguentando mais a ansiedade de sentir aquele caralho tão grande e grosso dentro de mim, saltei para cima dele e cavalguei-o como mais gosto, de forma selvagem e louca. Sentir aqueles abdominais bem salientes, fez-me desejá-lo mais ainda.
- Inês, vai com calma mulher maluca, estou-me quase a vir. Até parece mal mas desejei-te tanto toda a noite que sabia antemão que não iria aguentar muito tempo.
Ignorei por completo o que ele me pedia e fodi-o de uma forma brutal. Conheço bem os seus gostos, a forma como ele gosta de ser fodido.
- Foda-se Inês, estás tão molhada, tão quente, tão boa!
- E tu estás tão enorme, tão grosso, tão duro...
O grito que soltei foi a confirmação do quanto estava a gostar, do prazer que sentia e não conseguia conter em mim. Num ápice saí de cima dele e mergulhei a minha boca novamente no seu caralho. Tinha o meu sabor, o sabor da minha cona excitada...
Carlos pedia-me para parar, para deixar que ele me fodesse por trás enquanto enterrava dois dedos no meu cu. Eu mais uma vez ignorei as suas palavras e mergulhei o seu caralho tão fundo na minha garganta com movimentos repetidos e profundos até ele se esporrar na minha boca em plena praia, às cinco da manhã!
- Não perdes pela demora miúda, irei vingar-me de ti sem dó nem piedade. Vou levar-te ao castigo, amarrar-te a uma cama, abrir-te bem essas pernas e foder-te vezes sem conta. E pode ser já a seguir, se partilhares comigo o teu quarto de hotel...
- Com promessas dessas, é óbvio que te deixo ficar no meu quarto...
Uma noite arrastou-se a duas, um dia a três... e acabámos por passar o fim de semana juntos em Aveiro. Foi óptimo, praticamente todo ele passado no quarto, apenas saíamos para almoçar, jantar e pouco mais.
Foi bom estar novamente com o Carlos, poder conversar com ele, sorrir com as suas parvoíces adoráveis e principalmente sentir-me viva de novo, apesar da sombra do Rui ainda existir na minha cabeça.
Quem não deve ter gostado nada da nossa ausência foi o dono da discoteca, que numa só noite teve que substituir duas pessoas!
 
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